Eu quero respirar esse ar puro cheio de coisas que não existem, criadas por uma mente incansável, intolerante para a tristeza, aberta aos novos rumos, acostumada com mudanças, enfadada de monotonia. Quero mesmo e muito viver das coisas invisíveis da vida, porque as visíveis são demasiadamente corruptíveis. Quero ser o vento que vem de longe, chega depressa, mas com uma calmaria notável. É gostoso sentir, e eu gosto gosto muito, gosto tanto a ponto de me entregar aos sentimentos bons da vida, deixando os problemas imaginários num canto esquecido. Gosto e como gosto de simplesmente ser FELIZ.
QuéziaEstéfani
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